Já são 30 casos confirmados de Coronavírus no Brasil e mais de 900 suspeitos, em investigação, é muito importante dobrar os cuidados e ficar atento aos sintomas.

A doença que agora é denominada como COVID-19 vem se espalhando rapidamente pelo Brasil e é muito importante previnir-se.

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Sintomas do Coronavírus

O Coronavírus tem sintomas bem comuns como febre, tosse e dificuldade de respirar, por isso também pode causar medo desnecessário.

Os principais sintomas de Coronavírus são:

▪️Febre
▪️Cansaço
▪️Tosse seca
▪️Dores
▪️Diarréia
▪️Dor de garganta
▪️Cansaço
▪️Congestão nasal
▪️Corrimento nasal

O coronavírus pode ficar incubado por até duas semanas até que surjam os primeiros sintomas depois da infecção, então sua transmissão é mais fácil já que pode acontecer antes mesmo da pessoa infectada ter os sintomas.

O médico sanitarista Dr. Alexandre Chieppe, especialista em saúde e diretor da MedLevensohn diz que embora esse vírus respiratório esteja famoso agora, ele já é conhecido há alguns anos. “Este subtipo atual é novo e está associado a casos de pneumonia e insuficiência respiratória”, diz o médico.

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Como confirmar os sintomas de Coronavírus

Quando existe suspeita de Coronavírus, é feito uma coleta de duas amostras de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro).

Esse material é encaminhado pro Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e para uma análise de metagenômica.

O diagnóstico do vírus é dado depois dos exames de biologia molecular que vão confirmar o RNA viral.

Riscos de epidemia de Coronavírus no Brasil

O Brasil tem o trânsito de milhões de pessoas do mundo inteiro diariamente, o que gera medo de locais fechados e de grande circulação como aeroportos e aviões.

“Risco sempre vai existir, porque o vírus se espalha com o contato humano e é praticamente impossível restringi-lo a um único local”, afirma. A comunicação de risco é importante para que os países fiquem atentos.

Prevenir Coronavírus

Em caso de epidemia, para prevenir o Coronavírus, recomenda-se lavar as mãos com frequência e evitar aglomerações e principalmente o contato com pessoas doentes.

O coronavírus apresenta fatores de transmissão menos intensos que o vírus da gripe, logo o risco de circulação mundial é menor.

As medidas mundiais para se evitar um possível surto da doença envolvem vigilância de viajantes vindos de lugares onde há surto do CoronaVírus e também a identificação precoce de casos.

Quem tem viagem marcada também deve se preocupar e ficar atento a lista de países em alerta.

No Brasil, o ministro da saúde anunciou que o início da vacinação contra a gripe foi antecipado e será iniciado em 23 de março.

Embora a vacina não proteja contra o novo coronavírus (SARS-CoV2), segundo o ministro, “a espiral de epidemia de outros vírus que pode ocorrer e confundir muito a população”.

A campanha de vacinação contra a gripe visa focar bastante o grupo de risco da população, que são adultos acima de 60 anos, os quais naturalmente tem uma porcentagem de letalidade maior para doenças como estas.

Quando suspeitar

Segundo o site do Dr. Drauzio Varella, A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) lançou em 26/02/20 uma série de orientações que indicam quando há a necessidade de suspeitar de infecção pelo novo coronavírus. São três as situações:

➡️Situação 1: quando houver febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) E viagem para algum dos países abaixo* nos últimos 14 dias.

➡️Situação 2: Quando houver febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório E histórico de contato próximo de caso SUSPEITO para o coronavírus nos últimos 14 dias.

➡️Situação 3: Quando houver febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório E contato próximo de caso CONFIRMADO de coronavírus nos últimos 14 dias.

Os principais sintomas da infecção pelo Covid-19 são: tosse, coriza, febre e dificuldade para respirar. O período de incubação, ou seja, tempo entre a exposição ao vírus e o início os sintomas, é de 1 a 14 dias, mais comumente em torno de 5 dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

INFORME-SE CORRETAMENTE

O hospital que atendeu o primeiro Brasileiro infectado pelo vírus desenvolveu um material informativo para que as pessoas tenham acesso a informação correta e não caiam em fake news.

Para acessá-lo CLIQUE AQUI!

Em questões de saúde, o pânico costuma ser mau conselheiro e andar de mãos dadas com a desinformação.

Não espalhe notícias antes de verificá-las nos sites confiáveis, como o do Ministério da Saúde, que tem feito um ótimo trabalho na identificação de casos suspeitos. “Até agora, pelo menos, as medidas adotadas pelo Ministério da Saúde têm sido irrepreensíveis”, conclui o dr. Drauzio.